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PÊSSACH Pêssach (em hebraico - passar por cima, poupar) é uma festa judaica de origem bíblica, que tem duração de oito dias - fora de Israel. O Pêssach marca o nascimento dos judeus como povo há mais de três mil anos, comemora a libertação dos filhos de Israel da escravidão sob a liderança de Moisés, e a busca pela Terra Prometida, além da negação do antigo sistema e modo de vida egípcios. Assim, festeja-se a liberdade espiritual juntamente com a liberdade física. As leis da Torá sobre Pêssach são mandamentos divinos que ajudam a vivenciar essa liberdade. |
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Sinagoga do Clube Macabi Tremembé | |||
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Pêssach (do hebraico passagem) é o nome do sacrifício executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pêssach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo. Páscoa para os judeus Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pães ázimos e ervas amargosas como o rábano. À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os dos animais até mesmo os da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo ainda mais a Ira Divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo. Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre o Faraó, foi instituído para todas as gerações o sacrifício de Pêssach. É importante notar que Pêssach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos. A festa também carrega um significado agrícola, já que marca o início do período de colheita na Terra de Israel. O antigo povo de pastores e agricultores comemorava, nessa época, a chegada do momento mais festivo da natureza, que era o início da colheita de cevada e a entrega do ômer - parte da cevada era ofertada a D'us no segundo dia de Pêssach. Era um momento de alegria para este povo que vivia em íntimo contato com a terra, de onde extraíam a subsistência. O sêder de pêssach destaca claramente o elemento básico da tradição: o papel do pai como professor dos filhos. O Talmud descreve que a razão pela qual fazemos tantas coisas e de forma específica durante o sêder é para estimular as perguntas dos filhos para darmos as respostas. O princípio pedagógico afirma que a melhor compreensão e lembrança de algo ocorre quando envolve o interesse e curiosidade do aluno. Ao estimular o interesse das crianças durante o sêder podemos esperar que as lições da noite sejam duradouras e marcantes. Como disse um grande mestre: "É melhor que façam as perguntas ainda em casa, para que pais e professores respondam, do que esperar que pessoas lá fora o façam. Quando isto ocorre é tarde demais para tentar responder." Em suma, comemorar o Pêssach é expressar o amor à liberdade, valor judaico tradicionalmente preservado. É esse amor que fortalece os vínculos dos descendentes dispersos do povo que sempre acreditou na vitória sobre a tirania.
Outra tradição é o jantar que se segue ao Seder. A culinária judaica, seja askenazi ou sefardita, é de uma riqueza de sabores, cores e texturas. Um varenike, uma chalá, raiz forte, arenque, têm um sabor que só a comida judaica tem. No endereço eletrônico, http://www.chabad.org.br/datas/pessach/index.htm há diversas receitas. |