2ª GINCANA SÃO PAULO CIDADE INCRÍVEL EM JAÇANÃ/ TREMEMBÉ

EMEF Octávio Pereira Lopes - 30/Mai/2010

A primeira fase da gincana iniciou às 8h da manha com uma corrida pelas ruas do Jaçanã. As equipes receberam um mapa com os locais de postos de controles a serem percorridos no prazo máximo de uma hora e quarenta e cinco minutos. Ao retorno as brincadeiras continuaram com provas de tangram (quebra cabeça gigante), na mosca (estourar bexigas com aviões de papel dotados de alfinetes na ponta), a corrida dos trigêmeos, e o que não poderia faltar em uma clássica gincana, a "corrida do saco". Os organizadores Rogério Furlin, supervisor de esportes da subprefeitura Jaçanã/ Tremembé, e Ana Carolina Ekizian, gerente da gincana, mostraram-se animados com suas equipes.

14 equipes participaram das atividades de rua e na quadra da EMEF.


A apuração das equipes vencedoras ocorreu por volta do meio dia. As equipes vencedoras foram as de numero 708, 707 e 717. Ana Riba Fernandes, do grupo 708, com seus 59 anos, participou da gincana com muita disposição. "Sempre gostei de competição e quando me falaram eu não pude ficar de fora", disse. O professor Antonio Carlos, da equipe 707, também conseguiu levar sua equipe para as finais dizendo: "Nós vamos ganhar o prêmio!".

O momento mais importante: o anúncio dos vencedores.


Giovanni Andrade, diretor do Clube Escola Jaçanã e campeão Mundial de Boxe categoria super galo, da equipe finalista 717, disse: "Vim para mostrar que podemos nos divertir com simplicidade, este evento é justamente uma ação de inclusão social", e continuou "São Paulo tem que se mover, a saúde tem que ter um incentivo, e o esporte ajuda a atingir essa população", finalizou.

Momento da competição: desafio de tangram


Um observador curioso participou de todas as brincadeiras: um cão vira-lata ficou presente em todas as brincadeiras e também correu, estourou bexigas e comemorou a vitória aos latidos. A seguir as três equipes vencedoras rumaram ao Anhangabaú, para a disputa final.

Texto e fotos: Gabriel Arnone