CUIDADO COM AS NOVAS MÃOS DE DIREÇÃO NA CASA VERDE!

Ruas da Casa Verde Baixa - 20/Out/2010

Em função da obra de ampliação da Marginal do Tietê, diversas ruas da Casa Verde Baixa tiveram suas mãos de direção alteradas. Portanto muito cuidado, pois a sinalização está precária, e logo cedo aconteceu um acidente, "nas barbas" dos agentes da CET.

Ruas Bernardino Fanganiello e Zanzibar, agora com mão única.

As principais ruas agora estão com mão única: Bernardino Fanganiello, Zanzibar, Relíquia e Horácio Vergueiro Rudge estão em quase toda a sua extensão com mão única. Algumas, como a Profa. Ida Kolb, Atílio Piffer e Saguairu, estão com trechos em mão única. Essa mudança talvez resulte em melhoria geral no tráfego, com o passar dos meses, e até depois do final das obras da Marginal, pois vias de mão única facilitam o tráfego, e trazem menos riscos aos pedestres.

Acidente devido à alteração, na esquina da Atílio Piffer com a Bernardino Fanganiello.

Porém houve falhas nessa implantação: apesar da abundância de faixas de pano atravessando as ruas, faltou uma sinalização mais rigorosa, tanto vertical (placas), quanto horizontal (faixas pintadas e canalizações na pista). Isso está causando problemas, como um acidente relativamente grave, na esquina das ruas Atílio Piffer e Bernardino Fanganiello. As mudanças foram abruptas e em larga escala nas ruas da Casa Verde Baixa, por isso é preciso muito atenção ao trafegar nessa região, até que todos se acostumem.

As ruas marcadas em verde agora são mão única.



Minudências.

@ As modificações são devido às obras na ponte de Casa Verde. Por exemplo, a alça de acesso à ponte, para quem vem na Marginal sentido Castelo, está fechada. A alternativa é pegar a rua Zara e depois voltar pela r. Zanzibar, até o acesso interno à ponte.

@ "O inferno na capital começa hoje", é a manchete do jornal Agora, se referindo aos problemas causados pelas obras concomitantes nas pontes Bandeiras, Casa Verde, Limão, Freguesia do Ó e Piqueri, interrompendo algumas faixas de travessia.

@ A tecnologia "estaiada", com grandes cabos sustentando as pontes para a passagem sob ela das novas pistas, foi abandonada pelo projeto, cujo custo já atinge R$ 1,7 bilhão.