DIA DAS MÃES: FLORES E... MUITO LIXO NA PRAÇA
Pr. Delegado Amoroso Neto - 12/Mai/08
Vamos perdoar a barraca clandestina na praça, afinal é Dia das Mães, e toda mãe merece flores, ainda mais a bom preço. Mas que o "comerciante" vá embora ao final da fatura, e deixe atrás de si um "tsunami" de sacos e embalagens plásticas, espalhadas ao sabor do vento, dá para perdoar?
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Tsunami de resíduos se esparramando pela Casa Verde |
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Não existe lixo. Existe materia-prima, resíduos que podem e devem ser reciclados, ajudando a preservar o ambiente. É uma tristeza que muitas pessoas não percebam isso. Porém, quando a poluição advém de uma atividade comercial, aí já não é nem questão de educação. É questão de fiscalização. Antes, orientando o "comerciante". Depois, penalizando o descumprimento de regras básicas. Aparentemente o vendedor de flores que montou sua barraca na praça Delegado Amoroso Neto, Casa Verde, sequer colocou os seus resíduos em sacos de lixo. Aparentemente ele foi amontando tudo no chão, e na hora de ir embora simplesmente varreu (?) tudo para junto de um poste, e se mandou.
Parte dos resíduos atravessou a rua e foi parar na calçada oposta, onde o responsável pela banca de jornais se mostrava indignado, e já se preparava para varrer o seu trecho. Mas... e se fosse uma noite chuvosa? Todo aqueles resíduos, tranformados em lixo, iriam para nas galerias pluviais, entupindo o caminhos das águas ao Tietê? O vento se encarregou de fazer isso. A praça ficou uma vergonha de suja.
Não é uma lástima que isso aconteça?

